Zika vírus deixa o Brasil e o mundo em alerta depois de novas descobertas sobre o tema

Mesmo com baixas temperaturas Zika vírus ainda mostra riscos

Circulando pelo mundo, o vírus oferece grande risco, principalmente às gestantes, e especialistas continuam divulgando suas pesquisas com a preocupação sobre este grave assunto. No sul do País, por exemplo, foi divulgado na última semana um novo caso comprovado de microcefalia associado ao Zika vírus e as campanhas devem continuar. Este caso foi o primeiro que teve sua contaminação no próprio estado do Rio Grande do Sul, onde as alterações que estavam em estudo no bebê, houve a confirmação de estar associada à (SCZ) Síndrome Congênita do Zika, tendo em vista que os demais foram contraídos em outras localidades.

São Paulo, pesquisas realizadas pela Faculdade de Medicina (Famerp), em São José do Rio Preto (SP), apontou que o padrão verificado no Estado é diferente daquele vivido no Nordeste do Brasil. Os casos de bebês nascidos com microcefalia após contaminação das gestantes por zika vírus foram inferiores aos apresentados em Salvador, por volta de de 10%. Portanto, mesmo sem o diagnóstico da microcefalia, foi comprovado que houve relatos de danos neurológicos em alguns casos.

Os pesquisadores já haviam acompanhado nascimentos em um hospital público de Salvador durante o pico da epidemia de zika no estado, em 2015, e compararam aos dados obtidos em Rio Preto. Para eles, o fato de mais crianças apresentarem microcefalia no Nordeste que em Rio Preto, pode estar relacionado ao próprio hospedeiro humano ou a algum fator genético.

Neste mês de junho, saiu a primeira pesquisa relatada nos EUA e mostrou que 5% das mulheres com infecções confirmadas tiveram filhos com má formação associada ao Zika. O País também está em estado de alerta.

De 1º Janeiro de 2016 a 25 de abril de 2017 foram infectadas pelo Zika vírus 1508 mulheres grávidas.

“O vírus que agora se expandiu para outras áreas geográficas do Brasil, onde a população não enfrenta só o Zika, mas também a Dengue, Chikungunya e a volta da epidemia da Febre Amarela, hoje o importante é entender melhor sobre cada doença e comportamento dos mosquitos,  para uma prevenção mais adequada e, assim, evitar a propagação. Necessitamos estar à frente do próximo vírus emergente”, comenta Gisely Farias – diretora comercial da NON repelente.

Empresas investem em repelentes corporais para atender demanda das quatro estações do ano mas, todo brasileiro precisa fazer sua parte combatendo o foco do mosquito. A marca NON, do Grupo SR COSMET & CO, que fabrica o repelente que protege o corpo contra Aedes Aegypti, transmissor de dengue, zika, chikungunya, febre amarela, entre outros, chegou ao mercado brasileiro, protegendo a pele por 10 horas comprovadas contra as picadas de todos os insetos, carrapatos, pulgas, entre outros. A missão do NON Repelente, lançado pela SR COSMET & CO uma das marcas do grupo, é dar maior proteção ao mercado com um princípio ativo que não apresenta toxicidade e não é volátil, isso é: não desaparece com o suor nas altas temperaturas. Com embalagem prática, que facilita a aplicação, o item também se diferencia na categoria de repelentes por sua fórmula leve, inodora, para não irritar o usuário.

catalogo non aedes comercial.cdrNON Repelente de Insetos é eficaz contra picadas de Aedes Aegypti, que transmite doenças como dengue, zia e chikungunya, além de repelir outros mosquitos, carrapatos, percevejos, pulgas, entre outros. Pode ser usado por crianças a partir dos seis meses ou com a indicação do pediatra, também em adultos, gestantes e lactantes.

catalogo non aedes comercial.cdr

O NON repelente é o único  produto no mundo com princípio ativo IR 3535, com 10 horas comprovadas de proteção.  A sugestão de preço para venda ao consumidor é de R$ 50,00 para o de 100 ml e de R$ 90,00 para o de 200 ml, fabricado no interior de São Paulo e possui tecnologia alemã. O princípio ativo do NON repelente existe há mais de 30 anos e é produzido pela Merck – chamado IR3535® (Ethyl Butylacetylaminopropionate). A estrutura deste princípio ativo baseia-se na alanina e na beta-alanina  . O EPA (Environmental Protético Agency). Classificou o IR3535® como uma substância bioquímica com base de ela ser  funcionalmente idêntica a Beta-alanina: Ambas possuem a característica principal de repelir insetos, além de que os grupos finais de IR 3535 não são  susceptíveis de contribuir para a toxidade.

Acesse: www.usenon.com.br

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